sábado, 3 de novembro de 2007

Lua, fases da vida

Nem mesmo a Lua é adepta a rotinas
Ela percorre o céu, sempre trocando de lugar
de tempos em tempos uma nova mudança
de fases em fases uma nova forma
Tem dias que as nuvens a encobrem
outros, sem barreira alguma, ela decide regar a noite com luz
Às vezes, dá lugar à chuva
ou então divide o céu com as estrelas
Por hora, num encontro, brinca escondendo-se atrás do Sol
Tempos depois, se encontrando
o proteje, diminuindo sua luz.
E assim ela baila, de um lado para outro
marcando o tempo
e fugindo de repetições...

sábado, 6 de outubro de 2007

PoisÉ, Irmão

Não me venha com ironia
Descupa, ou falsa ajuda
Mané coitadinha, o quê!

Os problemas que são meus
Os outros não vão entender
Sempre acharão pouco
E me chamarão de louco
Pois sua piedade não quero mais
Dispenso tua pena, irmão
Sabendo que nunca terei compreensão
Só peço um pouco de paz!

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

PoisÉ, não sei...

Fazer transbordar de minha alma as palavras que preenchem este espaço, é esvaziar a minha mente dos pensamentos que a perseguem. Transcorro as palavras de um lado pro outro, deixando minha mente um pouco livre para refletir. Às vezes acho que penso demais; mas como poderia eu pensar demais e ser impulsiva ao mesmo tempo? Realmente não sei, resposta pra isso ainda não encontrei... Será que planejo demais e quando realmente faço, perco a cabeça? Dúvidas me perseguem... Se eu não pensasse demais qual seria o motivo das milhares de palavras que cobrem as páginas de meu diário?
Como costumam dizer: pensar realmente enlouquece? Neste caso, sou louca, louca por pensar demais no que fiz, no que vivo, no que vou e no que deixo de fazer. Quem pode atestar minha sanidade? Ou seria a minha loucura? Neu eu mesma de todo confio em mim, na consistência do que digo ou deixo de dizer. Como poderia alguém com apenas alguns minutos e de posse de um diploma, diagnosticar minha sanidade ou não? Se eu mesma convivendo comigo durante todos os segundos de minha vida, não sou capaz de fazer o mesmo?
O mundo é meio desconexo, acredita-se em quem mal se viu, só porque tem um diploma; do que em quem poderia realmente te conhecer, por passar horas a fio ao seu lado...
Acabei filosofando demais e não atracando em porto algum, continuo a pensar, até ficar louca, diferente de quase toda a humanidade.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Pelo retrovisor enxergamos tudo ao contrario, letras, lados, lestes,
O relógio de pulso pula de uma mão pra outra e mas na verdade nada muda,
A criança que me pediu dez centavos, é um homem de idade no retrovisor,
A menina debruçando favores toda suja é mãe de filhos que não conhece, tem nervos de açúcar
A placa do carro da frente se inverte quando passo por ele, e nesse tráfico acelero o que posso acho que não ultrapasso, e quando o faço nem noto,
O farol fecha outras flores e carros surge em meu retrovisor,
Retrovisor é passado de vez em quando do meu lado, nunca é na frente,
Um segundo mais tarde,próximo, seguinte,
É o que passo e muitas vezes ninguém viu, retrovisor nos mostra o que ficou o que partiu, o que agora só ficou em pensamento,
Retrovisor é mesmice em transito lento, retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas, mostra ruas que escolhi, calçadas e avenidas, deixa explicito que se fores para frente, coisas ficam para traz,
agente só nunca sabe que coisas são essas.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Poisé, repúdio ao egocentrismo

Clamo por maracujina a todos esses estressados seres!
Que por efêmeros causos querem mandar tudo pelos ares,
Que de tanto chorar e lastimar,
acabam perdendo tudo que há de melhor na vida,
Que de tanto odiar e xingar,
acabam esquecendo-se de ao menos tentar amar,
Por que afinal nutrem em si a dor da ferida?
Não sabem fazer mais que desejar vingança e morte?
Não conseguem deixar pequenos destinos a própria sorte?
Parece que no fundo são os que menos tem paz.
Parece que cada um nem é capaz de olhar além do próprio umbigo.
Por que tentam revidar se sabem que não podem comigo?
Não há nada mais útil para fazer?
Não vêem o mundo diante do seu nariz
implorando para alguém o socorrer?
São incapacitados até mesmo assim
estando do fim por um triz?
Não sentem que estamos pra nos fuder?
Andando na rua, por anos sem ver,
são cegos ou o quê?
Pois decreto logo já: abaixo os assuntos banais
Nego aos meus ouvidos captar os zunidos de teus fúteis “ais”
Afinal todos sabem que o calo de cada um dói mais.
Chega então de egoísmos tolos,
Vamos procurar nas palavras belos tesouros,
Para que nossos gritos escritos
Representem enfim verdades maiores
Do que tais infantis males!


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AVISO:

Temos um novo bloguetero
Pheru, Ricardo, Shiryu, Ligeiro, motolokero...
seja lá como vc conheça ou desconheça
PoisÉ, o importante é que ele é!

"e que sejamos livres
para ser o que somos
e que possamos ser
muito mais que sonhamos"

até mais...


*Desenho meu dele:*

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Um site recomendado a quem gosta de origamis:


http://origamania.blogspot.com/

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

PoisÉ, humilde

Se falas que és humilde
Sei, humilde tu não és
Um humilde é sem falar
Não humilde fala que é!

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

PoisÉ, renovação...


Algumas viagens marcam nossas vidas
Algumas pessoas se tornam tão importantes

que mesmo que centenas de palavras sejam empreendidas
mesmo que todos os detalhes sejam destacados
jamais serão capazes de resumir tais instantes
texto, resenha, cronica ou poema: serão todos frustrados


Momentos únicos são os que subitamente trazem revelações
Nos tiram de nosso mar de duvidas, verdades incertas, inverdades
Entendemos o motivo de tal caminho e certas decisões
Toda a dor se esvai para que encontremos nossa totalidade
Confirmamos que não é por acaso que em meio a multidões
encontramos uma amizade de verdade

A todos que nesse fim de semana conheci...
... me sinto presenteada!



Uma canção a vocês dedicada:

No Meu Coração


"Fazer, falar ou esperar vir de alguém
Algo que se faz compreender
Que amar é se dar pelo outro
Um sentimento ágape envolto
Como águia enxergar mais perto sobre o que é o amor

Quem falou quis bem buscar
Sabe quando não tem com quem falar?
Alguém, alguém me fitou
Num coma dentro da cidade onde o silêncio me faz sofrer

Minha vida me ensinou que há tempo
Que nem tudo, nem todos se perderam
A inocência é boa pra quem sabe amar, sabe entender
Que nem todos chorarão

Preciso de você aqui
Junto de mim, no meu coração

Quem falou quis bem buscar
Sabe quando não tem com quem falar?
Alguém, alguém me fitou
Num coma dentro da cidade onde o silêncio me faz sofrer


Minha vida me ensinou que há tempo
Que nem tudo, nem todos se perderam
A inocência é boa pra quem sabe amar, sabe entender
Que nem todos chorarão"

terça-feira, 25 de setembro de 2007

PoisÉ, kenjutsu!


Japão. Era Feudal. Os Samurais dominavam a nação. Na luta por terras e poder, dentro dos limites em seus castelos, os guerreiros treinavam as artes da guerra, buscando assim, além da conquista, honrarem seu nome e de seu clã. E cada feudo tinha o seu próprio estilo de manejar armas, como a lança, a alabarda, o bastão, mas principalmente a espada , arma tida como a Alma do Samurai. Dados históricos chegam a mencionar 200 estilos diferentes de se manejar a espada . A essa arte se dava o nome de KENJUTSU, a Arte da Espada.

O termo "kenjutsu" aparece pela primeira vez em 1281 d.c., após as tentativas dos mongóis de invadir o Japão. Nesta época os samurais começaram a aprimorar as técnicas da espada, levando o desenvolvimento desta a um nível nunca alcançada por nenhuma outra cultura na história da humanidade.

O Kenjutsu atingiu seu apogeu durante o período Edo. Ironicamente, neste período de 200 anos de paz, as artes da guerra floreceram. Mais do que simples técnicas de combate, o Kenjutsu se tornou um caminho de elevação espiritual. Este objetivo permanece até nossos dias, fruto das influências Zen e confucionístas.

No final do século XIX o Imperador Meiji reestabelece o poder imperial. Os Samurais são abolidos como classe. Mas para preservar as tradições, o Kenjutsu é simplificado. Nasce o Kendo.
O chamado "Kendo Moderno" surgiu após a 2ª Guerra Mundial. Com a derrota do Japão, uma das imposições dos E.U.A foi a proibição da prática dos estilos tradicinais de Kobudo. Esta medida visava enfraquecer o espírito nacionalista japonês.

Após 7 anos de proibição, fomou-se um comite para a re-elaboração do Kendo , que deveria seguir os moldes dos esportes modernos, como o basquete, basebol ou futebol. A elaboração do Kendo moderno levou 3 anos, e foi apresentado ao governo da ocupação como uma forma de esgrima em que se usava as duas mãos.

Mesmo com estas proibições, os mais importantes estilos tradicionais de kenjutsu sobreviveram, graças aos esforços dos Mestres que fizeram de sua vida uma luta para preservar o verdadeiro espírito do Budo japonês.
Acima de tudo é um retorno às origens, buscando retomar o conhecimento do combate tal como era feito pelos antigos samurais. Busca-se não ganhar medalhas ou graduações, mas sim o desenvolvimento do potencial humano e uma compreenção aprofundada da arte da espada.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

PoisÉ, mar-morto

Rondando a internet deparei com um site que me encantou, e nao posso deixar de recomendar!

http://mar-morto.blogspot.com/


algumas tirinhas que peguei de lá...



Apoisando a Saori:
Sejamos então a favor da poligamia, sem as limitações hipócritas da sociedade e seus superficiais conceitos moralistas. Que acima de tudo possamos ser capazes de encararmos a nós mesmos e ter a coragem de realizar os anseios da nossa alma, antes que seja demasiadamente tarde e só nos reste como expressão a nossa solitária lápide. Aliás a pior solidão, não é um túmulo, ou a falta de amigos, é desencontrar-se de si. É perder-se da própria alma.

PoisÉ, a alma é imoral....

Buscando um equilíbrio, na balança do caminho da vida, peso as tradições e as traições. Indago então, por que muitas vezes sofremos e traímos a nós mesmos, para seguir a risca os conceitos de moral, e da tradição social?
Ao seguir as normas impostas, que não aceitemos ser por mera obrigação, como se fossemos um macaco, e tivéssemos de repetir sem questionar o que nos mandam fazer. Valorizo as escolhas conscientes, por sinceridade, e não pelo retrógrado intitulado dever. Cada um que se sabe humano é capacitado a fazer isso, cada um que entende ter uma existência única, e que se compreende como individuo. Se nossos pensamentos forem ignorados, esqueceremos também quem somos e então nossa vida não terá sentido.
Logo, é perceptível que são tais divinos questionamentos, dúvidas, receios e desejos os responsáveis por nos tornar humanos, e somente ao nos darmos conta disso estaremos aptos a experimentar a real liberdade de poder escolher o nomeado certo, não somente por ser moralmente aceito, mas por ser pessoalmente correto, e ainda mais que isso: estaremos prontos para questionar também, e principalmente, quando esse certo será errado, e quando o tal errado será o correto.
Sim, pois esses conceitos não são eternos, e nos é cabida a tarefa de mudá-los. A transgressão e a traição à tradição não são obra do diabo. Muito pelo contrário, são centelhas de esperança rumo a um futuro que desejamos profundamente ser sempre melhor. Afinal quantos certos de hoje já foram o errado de ontem?
Recuso-me a calar diante do que não concordo. Critico através de meus atos, sim. E os convido a criticar também. Critiquem até mesmo a mim. Discordem. Mas que cada Léia, Paulo, Simone e Josiel tenham sua própria e verdadeira voz, múltiplas opiniões. Desejo simplesmente que não sejas fabricado por televisão.
Seja honesto, não comigo, contrigo ou conoutro, mas essencialmente consigo.

Quantas vezes se fazem tantas coisas inúteis, tanto tempo gasto à toa...

1. Pra que três refeições se nem está com fome? 2. Por que ir pra universidade se quer mesmo é se formar nas ruas da cidade? 3. Pra que aprender pronomes se o que gosta é filosofia?
4. Pra que lavar o carro se vai pra roça no outro dia? 5. Pra que arrumar a cama se amanhã vai bagunçar de novo? 6. É necessário lavar os pratos exatamente depois do almoço?
7. Por que só um namorado se podem amar tantos Ricardos? 8. E os que levam chifres por que são tão encucados? 9. Pra que discriminar homem com homem ou mulher com mulher se até um fusquinha pode ser totalflex? 10. Pra que ter uma casa se adora velejar? 11. Por que toda menina um dia tem que casar? 12. Por que a bigamia é crime se na Arábia é o que há?
13. Temos que escolher uma profissão pensando no dinheiro? 14. Mas mesmo que ganhe bem, por que nunca é reconhecida a prima do puteiro? 15. Só posso ficar mais velha no dia do meu aniversário? 16. Por que irmãos não podem fazer um noivado? 17. Então os filhos de Adão e Eva nunca foram casados? 18. E se todos saírem na rua pelados? (o verão seria um barato)
19. E pra que usar terno nos 40 graus do rio de janeiro? 20. Não podem entrar vestidos no chuveiro? 21. Aposto que os judeus entraram calçados no mar vermelho! 22. Mamãe, eu posso ser vagabunda? 23. (ou a senhora vai me dar um chute na _ _ _ _ _?) 24. Por que o vinte e quatro é numero de viado? 100. Por que tenho que seguir a chata ordem decimal? 100000000. Pra que fazer tanto alarde, afinal?

Que fique claro: Se enumero aqui algumas de minhas inutilidades, não é por dever, não é nenhuma obrigação, é porque gosto e quero, porque minha alma se elucida, se embarga e emociona. Talvez desse modo ela melhor funcione, para que eu mais me entenda, ainda que muito te confunda. Não quero continuar a ser chata com você, aliás, nem precisa ler, sem prazer. Vá fazer o que gosta de verdade. Esse é o sentido real para todo o meu alarde. Não traia a sua alma, viva sem medo da tradição, antes que seja tarde.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

PoisÉ, ciúmes pra quê?

Ciúmes? Ciúmes pra quê?
Jamais iluda-se!
Saiba que não possui ninguém
No mundo A NÃO SER VOCÊ!

PoisÉ, sou gay

Meu pai me perguntou: você é gay?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, realmente não...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: fora da minha vida!
Creio que ele se importava.

Meu chefe me perguntou: você é gay?
Eu perguntei pra ele: importa?
ele disse: Não, não me importo.
Eu disse pra ele: sim, sou gay.
Ele disse: Está despedido!!!
Creio que ele se importava.

Meu amigo me perguntou: você é gay?
Eu perguntei pra ele: importa?
ele disse: Não, nada mudará...
Eu disse: sim, sou gay.
Ele disse: Não me considere mais seu amigo!
Creio que ele se importava.

Meu companheiro me perguntou: você me ama?
Eu perguntei pra ele: importa?
ele disse: Não, não importa...
eu disse pra ele: sim, te amo.
Ele disse: Deixa-me te abraçar.
Pela primeira vez na minha vida, algo importava.

Deus me perguntou: você se aceita?
Eu perguntei pra Ele: importa?
Ele disse: sim...
Eu disse pra Ele: Como posso me aceitar, se sou gay?
Ele disse: Porque é assim que eu te fiz, desde então, somento isso me importa.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

PoisÉ, Mario Quintana

PRIMEIRAMENTE UM APOISADO AO COMPANHEIRO REVOLUCIONÁRIO DO POST ABAIXO!!!!

"Prefiro ser odiado pelo que sou
do que ser amado pelo que não sou!"
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A Saori falou de uma peça de teatro, dessas que teve no festivale em São José dos Campos, e eu fiquei arrasado de vontade de ter ido! Era sobre o universo de Mario Quintana. Intitulada “Sobre anjos e grilos”. Pra compensar a mim mesmo, e aos outros que porracaso também tenham perdido esse espetáculo, vou colocar alguns trechos de poemas do querido e indesquecivel Poeta Azul. Quero que todos morram de overdose: de poesia.

“O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso”

“Eles passarão, eu passarinho”

“O destino é o acaso, com mania de grandeza”

“Uma amizade que acaba, na realidade nunca existiu!”


- Mario Quintana -
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E por fim, esse é um site que eu nunca tinha visto, genérico do you tube...
... achei interessante esse video aqui...


http://br.dada.net/video/1655258/Danca-de-sombras

PoisÉ a vida!

“Na vida chega o dia, em que você suspira e diz que está cansando, e não, não é por ser mais fácil, é por ter honestidade. Simplesmente está cansado de tentar explicar suas verdades aqueles que não querem ouvir, ao mundo de pessoas que se fecha em opiniões maçantes, feitas e ditas corretas e sobre as quais todos abaixam a cabeça e marcham seguindo o ritmo dos passos marcados. Percebe que não adianta gastar suas forças em vão tentando explicar que faz o melhor de si, para depois ver nenhum reconhecimento. Sente que é melhor não esperar reconhecimento. Não importa afinal, quantas coisas ditas boas você tenha feito, ou todo o esforço que tenha empregado, é como se sempre fossem te julgar e criticar pelo que deu errado. Aos que já tem as idéias fixas totalmente contrárias as suas, o debate é irrelevante, se torna desgastante. Resta sentir a perda de um companheiro, e nisso um misto de muita tristeza e bastante raiva de não haver disposição alguma de um mínimo de compreensão, há somente espaço pra desentendimentos e dor. Sente enfim, intima e profundamente todo repudio àqueles que jogam a culpa de seus problemas em cima de uma outra pessoa e reclamam aos quatros ventos a sua amargura, mas na pratica da vida cotidiana, não fazem nada pra ajudar, nada pra melhorar, nada. E o duro mesmo é que centenas de lados poderiam ler esse mesmo texto, e todos eles se achariam as vítimas, e posariam de bonzinhos hipócritas. Só resta aos envolvidos nessa cansativa trama, abandonar a discussão que leva ao tão inútil lugar algum, ser sincero e fazer por fim o que sente em si. Deixar que as ações expliquem-se, e elucidem no fim tudo o que mil palavras, xingamentos, maldições, lágrimas ou gritos não foram capazes de se fazer entender. Meu dia chegou, quanto ao seu, não fique ansioso, vai chegar. Só o tempo para a realidade desvendar."

terça-feira, 18 de setembro de 2007

PoisÉ, tinha que ter...

Pode ser antigo, pode ser apologia as drogas, seja o que for...
... mas adoramos e não podia deixar de ter aqui no PoisÉ!

o Chaves Maconheiro nos deseja boas vindas!

http://www.youtube.com/watch?v=DhNMJahKOLk

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Já no primeiro post eu não poupo ninguém, nem a mim mesmo talvez, penso que non é a melhor opção para se ter de mim uma boa impressão. Mas isso é o que menos me importa. Nao escolho o assunto do dia, é ele que me escolhe...

"Tristeza, tristeza por saber
que muitos dão mais valor pro bolso,
não entendem que em uma conversa
pode haver um valioso tesouro.
Hoje em dia,
tapas não sao nada pra gente,
a dor que o mundo trás
já é suficiente
pra torturar a nossa mente,
pra torturar a nossa mente,
pra torturar a nossa mente!"

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

PoisÉ Virginia Woolf,

Que tipo de blog eu gostaria que o meu fosse?
Algo mais solto, mas não desleixado, tão elástico que possa abrigar qualquer coisa leve ou bela que me venha à cabeça.
Quero que ele se pareça com uma velha escrivaninha, um móvel amplo no qual se guardam coisas sem saber o que é.
Eu gostaria de relê-lo após um ano ou dois e descobrir que a coleção acabou se organizando e se refinando, como tais depósitos fazem misteriosamente, tornando-se um molde transparente o bastante para refletira luz da vida e ainda em complexo estável com a indiferença de uma obra de arte.


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*Saori corta a faixa e declara aberto esse blog!*
PoisÉ, poisé, poisé...