Pelo retrovisor enxergamos tudo ao contrario, letras, lados, lestes,
O relógio de pulso pula de uma mão pra outra e mas na verdade nada muda,
A criança que me pediu dez centavos, é um homem de idade no retrovisor,
A menina debruçando favores toda suja é mãe de filhos que não conhece, tem nervos de açúcar
A placa do carro da frente se inverte quando passo por ele, e nesse tráfico acelero o que posso acho que não ultrapasso, e quando o faço nem noto,
O farol fecha outras flores e carros surge em meu retrovisor,
Retrovisor é passado de vez em quando do meu lado, nunca é na frente,
Um segundo mais tarde,próximo, seguinte,
É o que passo e muitas vezes ninguém viu, retrovisor nos mostra o que ficou o que partiu, o que agora só ficou em pensamento,
Retrovisor é mesmice em transito lento, retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas, mostra ruas que escolhi, calçadas e avenidas, deixa explicito que se fores para frente, coisas ficam para traz, agente só nunca sabe que coisas são essas.
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3 comentários:
Nuss, nesse blog só tem gente que sabe escrever, pena que não me incluo nessa, ainda mais levando em conta que não postei nada ainda...
Adorei o texto, muito bom e bem reflexivo. Vc e a Say devem filosofar bastante, são dois malukinhos. =P
Bjins e até mais ^^
uhauuahuau
o ric escreve bem sim...
.. mas ele esqueceu de dar os créditos ao Teatro Mágico neste post! rsrs
Nayyy! É esse cd que te mandei pelo correio...
alias essa é a ultima musica!
E deixa de ser modesta! Uma celébre frase de Presença de Anita já falava: " A modéstia é para os mediocres" rsrs
acha que nao te conheço?? sei que és minha irmã mais convecida do mundo! ;)
Ric!!!! quero mais posts seuss...
fiquei curiosa com a bandeira que vai por...
bjosssssssssss
Seja bem-vindo ó sr namorado da saori
sorte a dela eu nao gostar de plagiadores...
uhauhauhauhauahuahuahu
aparece mais ae...
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